quinta-feira, 27 de março de 2014

FETAEMA entrega "“Carta aos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão” a Flávio Dino

Na sessão do Conselho Deliberativo da Fetaema (Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão), o pré-candidato a governador Flávio Dino (PCdoB) confirmou que concorda integralmente com as propostas apresentadas em 20 de março pela entidade, como subsídio para o Programa de Governo. O aceite foi informado pessoalmente pelo pré-candidato na noite da última quarta (26).

Flávio Dino e Francisco Miguel: "busca da superação da lógica de exclusão"
Após debates com a entidade em diversos municípios e do encontro com a diretoria da Federação, Dino apresentou aos mais de 300 conselheiros de todo o estado presentes no evento uma “Carta aos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão”.

O documento discute os termos apresentados pela Fetaema e, no final, assume o compromisso de que as sugestões serão parte integrante do Programa de Governo.

Para Dino, o relatório apresentado pela Fetaema, com problemas, mapeamento e sugestões para superar os entraves para o desenvolvimento da vida dos trabalhadores do campo “vão ao encontro do esforço empreendido pelo movimento ‘Diálogos pelo Maranhão’, em busca da superação da lógica de exclusão quase total da agricultura familiar nas pautas governamentais” do estado.

Questões como o assessoramento técnico, o desenvolvimento de pesquisas e extensão rural, acesso ao crédito e apoio á comercialização fazem parte do compromisso assumido pelo pré-candidato com a classe de trabalhadores do campo representados pela Federação.

O presidente da entidade, Francisco Miguel, afirmou que, diante do compromisso, o sindicato apoiará a pré-candidatura de Flávio Dino e reafirmou que as pautas dos trabalhadores continuarão sendo o norte dessa aliança. Entre as prioridades para o movimento estão Políticas Públicas que atendem às diversas formas de desenvolvimento do campo.

A contribuição do sindicato no Programa de Governo também foi destacada por Rose Mary, membro da diretoria. “Diante do quadro social lastimável que há décadas assola o Maranhão, precisamos avaliar juntos como fazer para melhorar esse cenário,” afirmou.

O plenário do Conselho Deliberativo foi ouvido e diversos membros deram sugestões e fizeram questionamentos em um modelo de desenvolvimento que combata o trabalho escravo, dê assistência aos assalariados rurais, tenha políticas públicas para juventude e educação no campo, assistência técnica e circulação e aumento da produção maranhense. “Vamos participar ativamente desse novo modelo de governo e desenvolvimento que está sendo proposto,” avaliou Maria Lúcia Vieira.

Ao lado dos trabalhadores

Francisco Sales, ex-presidente da Fetaema, foi um dos presentes a relembrar a participação ativa de Flávio Dino nas lutas dos trabalhadores maranhenses desde o início de sua carreira. “O mais importante é que sabemos e conhecemos Flávio Dino a ponto de saber que ele compreende que nós trabalhadores precisamos da prática, da estrutura e do apoio governamental,” destacou.

Durante 12 anos como juiz federal, Dino decidiu causas importantes nesse setor. Durante os debates, o pré-candidato afirmou que todas as suas decisões foram sensíveis às causas dos trabalhadores “porque nisto está o senso de Justiça”.

Na disputa eleitoral de 2010, a pré-candidatura de Dino foi apoiada pela Fetaema e em 2006, ele foi também um dos nomes indicados pela entidade para representar a causa dos agricultores do Maranhão. Na Carta entregue à categoria, Dino destacou a defesa da Reforma Agrária feita em voto proferido durante sua atuação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal em Brasília, contra projeto de lei que previa regras brandas e dificultava a desapropriação dos latifúndios.

“Este reunião demarca um ponto-fixo desta pré-candidatura, porque é deste lado que me mantive ao longo de 38 anos de atuação pública. Aqui, temos a comunhão de ideias e esse debate continua. Vamos construir esse novo modelo de desenvolvimento juntos. Um governo aberto, transparente e com controle social” finalizou Flávio Dino.

terça-feira, 25 de março de 2014

CTB/MA realizou curso de Formação Sindical em Urbano Santos

A secretaria de Formação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-MA) promoveu, na última terça e quarta-feira (18 e 19) , um curso de Formação Sindical, que ocorreu no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), em Urbano Santos. Os cerca de 30 participantes- entre dirigentes e lideranças comunitárias da região – tiveram acesso aos momentos de teoria e prática, que foram ministrados pelos dirigentes estaduais central sindical.

Sala de Aula do Curso de Formação da CTB
No primeiro dia, foram realizadas palestras com temas que envolveram a conjuntura da política nacional, estadual e municipal, além da apresentações sobre a concepção e os conceitos do sindicalismo. Já no segundo momento, os participantes tiveram a oportunidade de discutir o que aprenderam por meio de oficinas, abordando o aspecto do sindicalismo entre os trabalhadores rurais.

Segundo a secretária de Formação Sindical da CTB-MA, Benedita Costa, que coordenou as atividades, os debates foram produtivos e os trabalhadores puderam construir, após os dois de curso, novas opiniões sobre a própria participação na política. “Eles viram a necessidade de promover mudanças no próprio município como forma de avançar na luta por melhores condições de trabalho”, afirmou.

Para o presidente da seção estadual da CTB no Maranhão, Júlio Guterres, os cursos cumprem a função de apresentar conteúdos que auxiliem os trabalhadores na luta pela ampliação de direitos, principalmente nas Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, espaços ocupados majoritariamente por representantes de grupos empresários, que não expressam os anseios dos trabalhadores.

“O objetivo da CTB-MA é formar trabalhadores para serem protagonistas dos rumos políticos do país. Com os conteúdos aprendidos no curso, os participantes despertam para a necessidade de mudanças e começam a refletir sobre a escolha dos representantes”, destacou o cetebista.

O próximo curso de Formação Sindical da CTB-MA acontecerá nos dias 29 a 30 de março, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, em Itaperucu-mirim, município localizado a 120 quilômetros da capital maranhense.

Fonte: CTB

segunda-feira, 24 de março de 2014

CTB reúne Centrais e discute com prefeito Hadad a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora

Presidentes das centrais sindicais se reuniram com o prefeito de São Paulo Fernando Haddad e com o secretário Municipal do Trabalho, Arthur Henrique, para discutir a realização e o apoio à 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, que acontece no dia 09 de abril.

Durante o encontro, o prefeito Haddad manifestou total apoio à atividade e se prontificou a manter o canal de diálogo aberto com os sindicalistas e contribuir para que a mobilização transcorra da melhor forma possível.

Diálogo aberto


O encontro serviu também para abrir um sistema de diálogo dos trabalhadores com a prefeitura de São Paulo.

Prefeito Hadad e Centrais Sindicais
O presidente da CTB, Adilson Araújo, propôs, inclusive, a criação de uma mesa permanente de debates sobre a pauta trabalhista. “O encontro foi positivo. O prefeito se mostrou receptivo e se comprometeu a oferecer todo o apoio necessário para a realização da Marcha, que defende avanços na pauta do conjunto da classe trabalhadora brasileira”, afirmou.

Para o sindicalista é fundamental se mantenha esse canal aberto com o governo municipal. “Nossa proposta, de criar uma mesa permanente encontrou respaldo no secretário do Trabalho de São Paulo, Arthur Henrique, e é fundamental para que consigamos avançar rumo à implantação de um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho”, destacou o presidente da CTB.

8ª Marcha da Classe Trabalhadora


Sob o mote “Trabalhadores vão às ruas por direitos e qualidade de vida”, diversas categorias, convocadas pelas centrais sindicais, ocuparão a Praça da Sé, região central da cidade paulistana, no dia 09 de abril para a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora. De lá os trabalhadores os trabalhadores seguem ruma ao Masp, localizado na avenida Paulista.

Os sindicalistas esperam reunir cerca de 60 mil trabalhadores para o ato nacional, em São Paulo. No entanto, as estaduais deve promover atividades semelhantes em diversas cidades.

A mobilização marca a retomada da luta da “Agenda da Classe Trabalhadora”, que reúne as propostas para desenvolver o País com soberania, democracia e valorização do trabalho, num ano repleto de eventos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições gerais no País.

Portal CTB

Marchas direitistas viram piada e fracassam em todo o País

A adesão às direitistas Marchas da Família com Deus Pela Liberdade, realizadas neste sábado (22) em algumas capitais, classifica o movimento em defesa de uma intervenção militar no País como um verdadeiro fiasco. Os atos acontecem 50 anos depois do movimento que antecedeu o golpe militar em 1964.

Belo Horizonte, em Minas, reuniu cinco manifestantes; Florianópolis, em Santa Catarina, três; Recife, em Pernambuco, seis; e Natal, no Rio Grande do Norte, nove. Em Belém (Pará), as vinte pessoas que posaram para registrar o protesto deixaram a bandeira do Brasil de cabeça para baixo.

Em São Paulo, os direitistas reuniram cerca de 700 pessoas. A presença de policiais que trabalharam no ato que defendeu os militares, no entanto, era tão grande que o evento mais se pareceu com uma reivindicação da categoria. No Rio, foram apenas cerca de 150 pessoas.

No Twitter e no Facebook, onde usuários publicam dezenas de fotos das marchas em suas cidades, os movimentos já ganharam o apelido de "Murcha da Família" ou então uma definição que caracteriza muito bem o movimento minguado, feita pelo usuário @cellso89: "a Marcha da Família começou em marcha lenta e terminou em marcha ré".

"Intervenção militar já!", "o Brasil exige: Ordem e Progresso", "Socorro, forças" e "eleição não, intervenção sim" foram alguns dos cartazes levantados sobre o golpe. O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) compareceu à marcha do Rio de Janeiro, mas não se posicionou a favor do pedido de intervenção militar, por entender que isso descaracteriza o movimento. "Estou aqui como um patriota", disse o parlamentar.

Um dos organizadores da marcha no Rio, o cabo da reserva do Exército Emílio Alarcon, ponderou que, apesar dos pedidos de intervenção, a intenção deles não é a instauração de uma ditadura militar. Para ele, as Forças Armadas devem fechar o Congresso e derrubar o Executivo, para convocar novas eleições apenas com candidatos ficha limpa. "A intervenção é constitucional. A gente não está pedindo nada de anormal", disse ele.

Para reivindicar a intervenção, os militantes desse grupo usaram o Artigo 142 da Constituição, que diz: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem".

Na interpretação do grupo, tal obrigação de garantir os poderes justificaria a intervenção, já que há problemas institucionais graves que só podem ser resolvidos dessa forma: "seria um reset, formatar de novo o Brasil”, argumentou.

No protesto de São Paulo, um discurso um tanto confuso. "Eu sou federalista, sou a favor da democracia. Só que a gente não tem certeza se a nossa democracia está sendo exercida. Então, sou a favor de que os militares intervenham, não o regime, apenas para convocar novas eleições com voto impresso, para o povo ter garantia de que o voto que ele está dando está indo para quem ele colocou lá. Não é regime militar", disse Walace Silvestre.

Os manifestantes da capital paulista, que tinham expectativa de refazer o percurso da primeira edição do evento – da Praça da República até a Praça da Sé – gritaram, por vezes, "fora, Dilma", e entoaram melodias pedindo a prisão da presidenta e a volta dos militares: "Um, dois, três, quatro, 5 mil, queremos os militares protegendo o Brasil", e "um, dois, três, Dilma no xadrez".

Fonte: Com informações da Agência Brasil

sábado, 22 de março de 2014

SINDEDUCAÇÃO participa de entrega da versão preliminar do Plano Municipal de Educação

Vivendo um momento de afirmação dos valores democráticos e de reafirmação da fina sintonia com os interesses dos trabalhadores, o SINDEDUCAÇÃO de São Luís faz questão de ocupar os espaços e fóruns de debates abertos quando os temas tem estrita relação com a categoria ou com a sociedade.

Professora Elizabeth conversa com a imprensa durante o evento
A Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de São Luís, Professora Elizabeth Castelo Branco, participou da entrega da versão preliminar do Plano Municipal de Educação de São Luís.

Com uma platéia formada por educadores, educadoras, gestores escolares e imprensa foi entregue à sociedade após uma primeira leva de discussões coletivas.

A Presidente do SINDEDUCAÇÃO destacou que o ponto que mais chamou a atenção foi o que trata da valorização dos profissionais do magistério.

Plenária ficou atenta aos expositores
De acordo com Elizabeth “Falar em valorização significa motivação e estímulo para o desenvolvimento do Trabalho do professor e da professora em sala de aula.”.

Para a Presidente do sindicato “é necessário nessa nova fase dos debates que o Plano amplie ainda mais as discussões porque quem ganha com isso é a sociedade que é a beneficiada com a melhoria da educação pública municipal.”.

A versão preliminar segue agora para o debate no Fórum Municipal de Educação para que o Plano seja finalizado ainda no primeiro Semestre de 2014 e entregue à sociedade na Conferência Municipal de Educação.

Centrais Sindicais esperam reunir 50 mil pessoas na Marcha de 9 de abril

As centrais sindicais esperam reunir ao menos 50 mil pessoas nas ruas de São Paulo, no próximo dia 9 de abril, quando será realizada a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora. A expectativa foi ratificada nesta sexta-feira (21), durante reunião realizada na capital paulista, entre lideranças do movimento.

O presidente da CTB, Adilson Araújo, acompanhou a reunião ao lado do presidente da CTB-SP, Onofre Gonçalves, e do assessor Umberto Martins. Segundo o dirigente, na reunião de hoje foram definidos assuntos relacionados à mobilização, à estrutura e à organização do evento.

“Iremos fazer um grande esforço para mobilizar as bases das nossas categorias”, afirmou Adilson Araújo. “Temos que salientar, nesse processo, a grande maturidade demonstrada pelas centrais, sempre no sentido de garantir a nossa unidade e de avançar nas mudanças”, completou.

Atos nos estados

O presidente da CTB destacou também a necessidade de todas as centrais estimularem suas seções estaduais a realizarem atos semelhantes até o dia 8 de abril. “Iremos aquecendo as turbinas pelo Brasil afora, para que no dia 9 a gente esteja com total disposição de ir às ruas e marchar por nossa pauta trabalhista”, afirmou.

A CTB irá realizar a próxima reunião de sua Direção Nacional exatamente a partir do dia 9 de abril. Os debates terão início apenas no dia 10, mas a participação na 8ª Marcha já faz parte do calendário oficial da Direção cetebista.

Marcha

Sob o mote “Trabalhadores vão às ruas por direitos e qualidade de vida”, diversas categorias, convocadas pelas centrais sindicais, ocuparão a Praça da Sé, região central da cidade paulistana, no dia 9 de abril para a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora. De lá os trabalhadores os trabalhadores seguem rumo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), localizado na avenida Paulista.

A mobilização marca a retomada da luta da “Agenda da Classe Trabalhadora”, que reúne as propostas para desenvolver o país com soberania, democracia e valorização do trabalho, num ano repleto de eventos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições.

Fonte: Portal CTB

sexta-feira, 21 de março de 2014

Presidente do SINDEDUCAÇÃO, Professora Elizabeth, reforça gestão de diálogo e quer a valorização dos trabalhadores em educação de São Luís

Professora Elizabethé homenageada por sua luta à frente do SINDEDUCAÇÃO
“Com participação e garantia da democracia.”. Foi assim que definiu o atual momento que vive o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de São Luís (SINDEDUCAÇÃO), a Professora Elizabeth Castelo Branco, Presidente da entidade.

A frase foi dita em reunião ampliada com a categoria que marcou o 2º dia da paralisação nacional em São Luís, no auditório do Sindicato, na COHAB.

Elizabeth deixou claro que a participação dos trabalhadores na vida da entidade é uma marca da gestão atual do SINDEDUCAÇÃO.

E de fato, mesmo com dificuldades percebe-se que uma nova rotina vai tomando conta do dia a dia da entidade.

Elizabeth não nega as dificuldades que enfrentou, mas tem se mostrado bem confiante sobretudo pelo carinho e sentimento de pertencimento da categoria com relação ao sindifato.

Trabalhadores em educação escutam atentamente o que diz a presidente
em reunião na sede do sindicato
Quando o assunto é campanha salarial 2014, Elizabeth se empolga ainda mais, pois tem a convicção de que o sindicato é uma ferramenta de luta para a defesa dos interesses dos trabalhadores.

Durante as atividades da Greve Nacional que ocorreram nos dias 17, 18 e 19 de março, o SINDEDUCAÇÃO reuniu os trabalhadores na sede do sindicato para debater os assuntos que compôem a pauta nacional da Greve.

Elizabeth defende os interesses dos trabalhadores 
A presidente do SINDEDUCAÇÃO aproveitou também o momento para ouvir os trabalhadores quanto à pauta a ser apresentada ao Prefeito Edvaldo Holanda Júnior para a Campanha Salarial 2014 da educação em São Luís.

"Queremos que os professores deem a palavra final de forma livre e independente sobre o destino de nossa luta.", disse Elisabeth.

De acordo com a sindicalista a ideia é "fazer uma gestão de diálogos.".

“Não estamos preocupados apenas com reajuste, mas também com as demandas reprimidas da categoria e a valorização dos profissionais do magistério de São Luís.”, ressalta a sindicalista que lidera uma rede formada por mais 8 mil profissionais em educação.

O SINDDEDUCAÇÃO além das demandas acumuladas apresenta proposta superior aos 8,32% definidas pelo MEC por considerar que aquilo que é repassado de aumento no valor aluno/ano do FUNDEB deve ser repassado ao salário dos trabalhadores e trabalhadoras.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Em Viana, trabalhadores pressionam prefeitura, garantem 1/3 da jornada extra sala de aula e cumprimnto de 13 horas

Trabalhadores em educação saíram pelas ruas de Viana
O Presidente do Sindicato dos Profissionais de educação do Município de Viana (SINPROV), Professor Williandickson Garcia, entrou em contato com o Blog para informar que o sindicato lutou e conseguiu dobrar a prefeitura de Viana para cumprir o que diz a Lei do Piso e garantir o 1/3 da jornada para planejamento e preparação das atividade extra sala de aula.

“Conseguimos a redução da jornada para 13 horas aula, cumprimento da Lei do Piso e 1/3 da jornada de atividades extraclasse.”, destacou Williandickson.


Concentração e vigília
Após a mobilização dos trabalhadores que saíram às ruas de Viana nos três dias de greve Nacional puxada pela CNTE e SINPROESEMMA E SINPROV, com direito a concentração e vigília na Praça Ozimo de Carvalho, o sindicato pressionou e conseguiu a presença do prefeito e da secretária de educação do município para dialogar com o movimento.

Williandickson Garcia
O Presidente do SINPROV e Diretor de Formação do SINPROESEMMA, professor Williandickson Garcia, destacou que “os trabalhadores responderam à convocação do sindicato e foram às ruas para exigir um direito expresso na forma da Lei.”.

Williandickson disse também que “Participamos da luta nacional e deixamos claro aos gestores locais e à sociedade que aquilo que se discute em nível nacional tem relação direta com o que vivemos aqui no município.”, ressaltou Williandickson.
Após pressão prefeito vai ao encontro dos trabalhadores

Dickson argumentou que a Famem e a UNDIME estaria orientando os gestores associados a não garantirem o 1/3 para atividade extra sala de aula.

Mas, lembrou o professor: “Ao mesmo tempo, ‘esquecem’ de dizer que nos Municípios em que moram tanto o presidente da Famem quanto o Presidente da UNDIME, a Lei é cumprida. Logo, não seria Viana o único município a descumprir a Lei na Baixada maranhense.”.

“Conseguimos uma vitória importante com a Greve e a pressão dos trabalhadores aqui em Viana e vamos seguir adiante, pois temos muito ainda a conquistar.”. ressaltou, Williandickson emendando em seguida que “o SINPROESEMMA, com o apoio direto do Presidente Júlio Pinheiro, está com o SINPROV para garantir aquilo que é direito dos trabalhadores.”.

CGTB realiza hoje (20) Congresso de Fundação da entidade no Maranhão

Acontece hoje (20), a partir das 14:00, no Auditório do Memorial Maria Aragão, na Praça Maria Aragão, em São Luís, o 1º Congresso da Central Geral dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CGTB).

A Central inicia suas atividades no Maranhão buscando unir os sindicatos com transparência e respeito à autonomia das entidades e de seus dirigentes.

Dezenas de sindicalistas e trabalhadores da base foram confirmados para participar do Congresso que é exatamente o Congresso de fundação da entidade no Maranhão.

Bira, Presidente Nacional da CGTB
O presidente da CGTB nacional, Ubirajara Dantas de Oliveira, o "Bira", desembarcou hoje no Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís, para compor a mesa de abertura dos trabalhos do Congresso.

Gerson Silva, da CGTB Maranhão
Na avaliação de sindicalistas o evento da CGTB deve mexer com o movimento sindical maranhense e fortalecer a luta dos trabalhadores, pois é mais uma Central que vem para o Maranhão na defesa dos direitos e garantias dos trabalhadores.

“Está tudo pronto para receber os trabalhadores. Preparamos com muito carinho e responsabilidade este 1º Congresso que marará a presença da nossa Central no estado.”, destaca Gerson Silva, Coordenador Geral da organização da CGTB no Maranhão.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Sem acordo, Marco Civil da internet é adiado mais uma vez

O Plenário da Câmara dos Deputados tinha a intenção de discutir o projeto de lei do marco civil da internet (PL 2126/2011) na última terça-feira (18).

Contudo, devido a novas reuniões de negociação marcadas para a noite de terça e manhã de quarta-feira (19), o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), adiou para a próxima semana a votação do projeto.

Mais cedo, houve reunião entre os líderes da base governista na Câmara e os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para tentar viabilizar a votação da proposta. O PMDB, que é contrário ao texto defendido pelo governo e relatado pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ), não participou da reunião. A intenção do Planalto é de continuar negociando até o último momento, e pretende levar o projeto para votação mesmo sem o apoio da legenda.

O projeto do marco civil da internet tranca a pauta de votações do plenário desde outubro do ano passado e sua discussão tem sido adiada diversas vezes. Um dos pontos mais polêmicos é a neutralidade de rede, que prevê que os provedores não poderão tratar com preferência os pacotes de dados de uns em detrimento de outros usuários. Para o relator da proposta, “a neutralidade é inegociável”.

Também para a próxima semana o presidente da Câmara pretende colocar em votação outros projetos que trancam a pauta, por tramitar em regime de urgência constitucional. Entre as matérias citadas por Henrique Alves estão: o projeto sobre a destinação da multa extra do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o programa Minha Casa, Minha Vida (PLP 328/13); o que concede porte de arma para agentes penitenciários (PL 6565/13); a criação de cotas para negros em concursos públicos (PL 6738/13); e a criação de cargos no Ministério da Cultura (PL 6655/13).

Após a votação desses projetos, a pauta estará aberta para outras propostas pendentes de análise que tinham sido listadas como prioritárias pela Câmara.

De Brasília,
Daiana Lima – Portal CTB