quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trabalhadores da Indústria de Alimentos e da Panificação em São Luís estão reunidos agora em Assembleia Geral

Sindpanip discute ACT - 2014
Os trabalhadores da da Indústria de Produtos Alimentícios Naturais e Industrializados de Panificação do Estado do Maranhão estão, nesse momento, reunidos em Assembleia Geral, na Fetiema, Praça da Bíblia, Centro de São Luís.

A atividade é parte da Campanha Salarial 2014 articulada pelo Sindicato da categoria, o Sindpanip.

Na pauta, os trabalhadores apreciam a proposta do Sindicato para o Acordo Coletivo de Trabalho – 2014 com a Indústria de Pães e Massas Mateus.

Participam da Assembleia todos aqueles que estão em dia com suas obrigações sindicais.

Com 05 meses de salários atrasados, vigilantes de Bacabal e Pedreiras ocupam prédio da SEDUC

Raposo: vigilantes não aguentam mais a irresponsabilidade dos empresários e do governo 
O Presidente eleito do Sindicato dos Vigilantes do Maranhão, SINDVIG-MA, Benedito Raposo, entrou em contato com o Blog para denunciar violência contra trabalhadores vigilantes no município de Bacabal e Pedreiras.

De acordo com Raposo, os vigilantes da empresa Sentinela que prestam serviço para a Secretaria de Educação do Estado do Maranhão, (SEDUC), nas cidades de Bacabal e Pedreiras ocuparam o prédio regional da Secretaria para protestar e cobrar das autoridades o pagamento de 05 meses de salário atrasado, 03 meses de Vale Refeição e ainda 208 Rescisões trabalhistas devidas aos trabalhadores.

O clima na cidade ficou tenso com a chegada da polícia militar, acionada para conter a revolta dos trabalhadores. Três vigilantes foram presos de maneira ilegal medida que só fez aumentar a indignação dos profissionais da vigilância no estado.

O Presidente do Sindicato foi acionado aqui em São Luís e dirigiu-se imediatamente até a cidade de Bacabal para apoiar e prestar solidariedade ao protesto.

De acordo com o presidente do SINDVIG-MA, “A situação é grave. O governo sabia disso e não resolveu o problema até hoje. E aí, não restou outra alternativa a não ser protestar em defesa dos nossos direitos.”.

Com os trabalhadores na rua ocupando o prédio da SEDUC-MA e defendendo direito líquido e certo o Governo do Estado, sem saída e acuado busca resolver a situação.

O Blog apurou que após a pressão, emissários da própria SEDUC chamaram o SINDVIGMA para conversar e já estariam articulando para fazer o pagamento dos 05 meses de salários atrasados diretamente na conta dos trabalhadores.

Sindmetal - São Luís participa do 2º Congresso Internacional da UIS Metal, no Rio de Janeiro

Cartaz do Congresso da UIS
A cidade do Rio de Janeiro é a anfitriã do 2º Congresso da UIS Metal, União Internacional dos Sindicatos do setor metalúrgico em todo o mundo. O evento foi aberto nessa quarta feira, 23, na Sede do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, e segue com encerramento previsto para a sexta, 25.

O 2º Congresso da UIS reúne sindicatos de pelo menos 21 Países e observadores de vários países do mundo com várias línguas e sotaques, além dos trabalhadores de diversos estados brasileiros, e ainda a presença de representantes de 33 organizações dos seguintes países: Cuba, Índia, China, Itália, Chipre, Uruguai, Colômbia, Chile, México, Portugal, Bolívia, Paquistão, Egito, Congo, Gabão, Somália, África do Sul, País Basco, Valência, Galícia, Bielorrússia, República Dominicana e Alemanha.

Entre outros pontos apontados para a discussão, contam:
1. O impacto da crise capitalista sobre os sindicatos;
2. O papel dos sindicatos e as empresas multinacionais;
3. Os direitos fundamentais dos trabalhadores do setor metalúrgico e mineiro
4. O trabalho precário; e
5. A seguridade e a saúde do trabalho.

José Maria, Presidente do SINDMETAL - São Luís
O Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Luís, José Maria Araújo, que participa do evento, destaca que “Por conta da crise do capitalismo mundial os sindicatos precisam se organizar para globalizar direitos e buscar construir a unidade dos trabalhadores.”.

José Maria que, foi acompanhado do Diretor de Formação do sindicato em São Luís, Honório Catanhede, ressalta ainda em conversa com o Blog há “a necessidade dos metalúrgicos nesse Congresso tirarem um novo encaminhamento para a resistência e a luta dos operários em função da importância que os metalúrgicos têm em nível mundial.”.

Congresso da UIS
O Congresso tem o objetivo de discutir, avaliar e criar saídas para a fase de crise sistêmica do capitalismo na quadra histórica atual.

Os sindicalistas pensam que as saídas apresentadas até agora têm penalizado os trabalhadores, em especial do setor metal-mecânico e da indústria como um todo e o Congresso examinará essa realidade para definir o enfrentamento que os trabalhadores deverão ter diante desse novo momento da luta.

Os sindicatos reunidos na UIS e na Federação Sindical Mundial (FSM) defendem um tipo de atuação que não seja a de conciliação. A UIS é um instrumento importantíssimo, organizado através de ramos de atuação e um instrumento fundamental para a mobilização da classe trabalhadora de todos os continentes.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Deputada Federal, Luciana Santos (PCdoB/PE) apresenta proposta de financiamento da mídia alternativa

Luciana quer democratizar recursos estatais para a comunicação social
A subcomissão especial criada para analisar formas de financiamento de mídia alternativa reúne-se nesta quarta-feira (23), às 9 horas, para debater o relatório final da deputada Luciana Santos (PCdoB-PE). A relatora foi quem sugeriu a criação da subcomissão, com o objetivo de debater propostas para o financiamento de diversas formas de comunicação, desde blogs até rádios comunitárias.

A subcomissão, também discutiu, nos eventos realizados ao longo do ano, o próprio conceito de mídia alternativa. Segundo a deputada, o ponto de partida para os trabalhos da subcomissão foram as diretrizes para o financiamento da mídia alternativa tomadas pela 1a Conferência Nacional de Comunicação.

O relatório final vai apontar um caminho para a formulação de uma política pública para financiamento desses órgãos de mídia. Para Luciana, esse caminho deve incluir não só o uso de verbas de publicidade governamental, como também o uso de recursos de fundos públicos, como o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), constituídos por meio de contribuições de empresas privadas de comunicação.

Entre as opções de financiamento discutidas nas audiências públicas, Luciana elencou a combinação de venda de espaços publicitários e investimento direto do Estado; regulamentação dos critérios para distribuição da publicidade oficial, alteração das regras do FUST de modo a permitir a universalização da Banda Larga e a implantação de Política Nacional de Fomento à Produção Popular.

Luciana enfatizou que a discussão sobre financiamento não pode estar desvinculada do debate sobre a democratização da mídia e dos meios de comunicação e a regulamentação da Lei de Comunicação, com o fim dos monopólios e oligopólios.

A parlamentar defende a necessidade de o país encarar o debate sobre regulamentação da mídia brasileira. “A regulação da mídia é uma das reformas estruturantes que o Brasil precisa”, enfatizou, destacando que não deveria haver polêmicas sobre o tema no caso da radiodifusão, uma vez que trata-se é uma concessão pública e todas as concessões públicas têm agências reguladoras, como é o caso da Anatel, Anac e ANP, entre outras.

Fonte: www.vermelho.org.br

Professores conquistam vitórias judiciais contra atos ilegais de prefeituras

Os professores Williandckson Garcia, da rede municipal de Viana; Jaldemir Cardoso Nunes, Maria Providência Almeida Silva e Salvador de Nazaré de Sousa Santos, da rede de Cajari, têm uma história em comum: conquistaram na Justiça grandes vitórias contra o desrespeito e a perseguição política.

Professor Williandickson Garcia do SINPROESEMMA
No caso do professor Williandckson Garcia, que é secretário de Formação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), a ação foi movida contra a Caixa Econômica Federal, por danos morais, diante da inclusão indevida do seu nome nos cadastros de inadimplentes.

“Fiz um empréstimo consignado, cujas parcelas foram descontadas do meu salário mensalmente, pela prefeitura de Viana, que não fez o repasse dos valores descontados para o banco, o que resultou na inclusão irregular do meu nome no SPC, consequência de um ato ilegal da prefeitura, que gerou o processo judicial”, explica o professor.

Na sentença do juiz da 10ª Vara da Justiça Federal, Robson de Magalhães Pereira, veio a determinação de “imediata retirada do nome da parte autora de cadastros restritivos, por débitos relativos a empréstimo consignado, contratado com a CEF e tendo por convenente o Município de Viana/MA”, assim como a condenação da ré “a título de danos morais, no montante arbitrado de R$ 2.000, com correção monetária”.

Perseguição política condenada

Quanto aos professores da rede municipal de Cajari, na Baixada Maranhense, as vitórias judiciais impugnam atos administrativos do gestor municipal, cometidos em represália contra os trabalhadores que atuam na região como líderes sindicais, colaborando na luta conduzida pelo núcleo local do Sinproesemma.

Jaldemir Cardoso Nunes e Maria Providência Almeida Silva foram perseguidos politicamente com a remoção da sede do município para outros postos de trabalhos bem distantes dos seus locais de origem e de suas residências, causando sérios transtornos em suas vidas e em suas rotinas de trabalho.

“…é possível concluir-se que as remoções se deram de modo ilegal. Por todo o exposto, defiro a liminar pleiteada, suspendo os atos administrativos impugnados e determino ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal de Cajari/MA que, em 02 (dois) dias, reconduza Jaldemir Cardoso Nunes e Maria Providência Almeida Silva aos seus anteriores postos de trabalho”, diz a sentença do juiz Mario Márcio Sousa, da 1ª Vara Judicial de Viana, expedida no dia 11 de outubro deste ano.

A sentença determina ainda o pagamento de multa diária no valor de 500,00 em caso de descumprimento da ordem, assim como “condução à delegacia, por crime de desobediência”, do prefeito de Cajari e do titular da Secretaria Municipal de Educação.

Já o professor Salvador de Nazaré de Sousa Santos sofreu perseguição política com a mudança, injustificada, do seu horário de trabalho noturno para o vespertino. Considerado pela Justiça um ato sem fundamentação legal, a determinação foi de recondução do profissional para o seu horário anterior de trabalho, também com multa diária no valor de R$ 500,00 em caso de descumprimento e ainda responsabilização criminal, tanto para o gestor municipal como para o titular da pasta da Educação, em Cajari.

Todas as ações foram ajuizadas pelo Sinproesemma, por meio do assessor jurídico da regional de Viana, Frederich Marx Soares, que aguarda, com otimismo, o resultado de outros processos que tramitam em defesa de professores prejudicados por gestores na região.

Para o coordenador do núcleo sindical do Sinproesemma de Cajari, Abimael Ferreira, as decisões judiciais que beneficiaram os três professores representam perspectivas de que as demais também serão favoráveis a outros casos semelhantes que ainda estão na Justiça. “Além disso, é importante a categoria sentir que há um sindicato presente, atuando contra as injustiças praticadas em prejuízo dos trabalhadores”, ressalta o coordenador.

Exemplo

Júlio Pinheiro, Presidente do SINPROESEMMA
Para o professor Júlio Pinheiro, presidente do Sinproesemma, as vitórias judiciais servem de exemplo para frear a onda de atos ilegais cometidos por gestores contra trabalhadores da educação, no cumprimento de seus legítimos direitos de lutar por educação de qualidade no estado do Maranhão. “Todos que se sentirem prejudicados devem fazer o mesmo. Buscar o caminho da lei para reparar injustiças praticadas por gestores”, frisa o sindicalista.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Dia 22 de Outubro a Educação vai paralisar atividades por 24h

O Dia Estadual de Paralisação (22 de outubro, próxima terça-feira) mostrará, mais uma vez, ao governo do estado que os trabalhadores em educação pública estão mobilizados para evitar uma nova quebra do Acordo para pagamentos da reposição salarial e direitos, como promoção, progressão e titulação. Além da concentração, Praça Deodoro, em frente à Biblioteca Pública Benedito Leite, a partir das 08h30, estão previstas atividades de panfletagem, ato público e caminhada.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), Júlio Pinheiro, ponderou que a paralisação segue a decisão das assembleias regionais da categoria – realizadas há cerca de um mês -, como uma estratégia de pressão sobre o governo estadual para este cumprir integralmente o Acordo firmado com a representação sindical.

Pinheiro explica que o Dia Estadual de Paralisação integra as “jornadas de luta pelo cumprimento do Acordo original, que previa para agosto o pagamento da recomposição salarial retroativa, da concessão das titulações, promoções e gratificações, e das progressões para 2014, além dos 30% de gratificação do Pró-funcionário”. O Acordo foi mudado pelo governo do Estado, que decidiu parcelar o pagamento em quatro vezes.

Apoio ao PNE
Júlio Pinheiro: “processo de mobilização precisa ser constante"

Júlio Pinheiro acrescenta que a jornada de lutas é, também, “um esforço do Sindicato pela aprovação no Congresso Nacional do Plano Nacional de Educação (PNE), que se torna o centro da atenção da categoria em todo o país”. Ele lembrou que, semana passada, uma comissão de diretores do SINPROESEMMA foi a Brasília em apoio ao acampamento dos professores, para pressionar deputados e senadores a aprovar o PNE.

Pinheiro salienta que o “processo de mobilização precisa ser constante porque tem todo um aspecto de intenções do governo, que iniciou o pagamento já descumprindo o Acordo original”. Ele afirma que a categoria tem respondido à convocação de paralisação. Ele informou que Imperatriz, Bacabal e Pinheiro paralisação para ontem, conseguindo grande mobilização dos educadores.

Outra meta do Dia Estadual de Paralisação é a materialização do Estatuto do Magistério, que apresenta pendências como a regulamentação da eleição para diretor de escolas, Gratificação para Difícil Acesso, Gratificação para Área de Alto Risco, entre outras situações que faltam ser regulamentadas.

“Falta o governo estabelecer diálogo com a categoria para definir esses parâmetros para regulamentar o que já está previsto no Estatuto”, comentou o presidente do SINPROESEMMA.

Ele adiantou ainda que haverá reunião, segunda-feira próxima, com o secretário Fábio Gondim, da pasta de Gestão e Previdência (Segep).

ACONTECE

Dia Estadual de Paralisação

22 de outubro, a partir das 8h30

Praça Deodoro, em frente à Biblioteca Pública Benedito Leite


<iframe width="420" height="315" src="//www.youtube.com/embed/mWIP_Xl2Ddg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

sábado, 12 de outubro de 2013

Dia 22 de Outubro a educação vai parar no Maranhão

O SINPROESEMMA chama novamente a categoria dos profissionais da educação do estado a paralisarem suas atividades no próximo dia 22.

Presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro
De acordo com o Presidente da entidade, Júlio Pinheiro, "A Direção Geral reitera a necessidade de unificação das agendas no dia 22 de Outubro/2013 (terça-feira) - DIA ESTADUAL DE PARALISAÇÃO, pelo cumprimento integral do ACORDO firmado entre ESTADO e SINPROESEMMA.".

Veja abaixo a íntegra da convocação feit apelo SINPROESEMMA:

"Às Regionais e Núcleos

Prezados (as) Companheiros (as),

A Direção Geral reitera a necessidade de unificação das agendas no dia 22 de Outubro/2013 (terça-feira) - DIA ESTADUAL DE PARALISAÇÃO, pelo cumprimento integral do ACORDO firmado entre ESTADO e SINPROESEMMA, Acordo este que vem sendo descumprido por parte do Governo no que diz respeito à forma de pagamento da recomposição salarial retroativa, exclusão desse benefício aos servidores aposentados, não concessão de gratificação aos funcionários de Escola e das Promoções e Titulações.

Portanto, todas as Delegacias e Núcleos precisam tornar público a importância dessa agenda e contribuir na mobilização para que haja total adesão da categoria.

Assim, sugerimos que nesse dia realizem Passeata e Ato Público, visita à imprensa, etc, simultaneamente em todo o estado."

No Maranhão, bancários rejeitam todas as propostas e mantêm greve

Em assembleia realizada nesta sexta-feira (11/10), 23º dia da paralisação nacional, os bancários do Maranhão decidiram permanecer em greve na segunda-feira (14/10).

Bancários do Maranhão rejeitam proposta da FENABAN
A mesma decisão foi tomada em outros estados do país, como por exemplo, no Amazonas (BASA), Amapá (CEF), Rio Grande do Norte (bancos públicos), Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe (BNB).

Na assembleia, a categoria rejeitou, por unanimidade, as propostas apresentadas pela Fenaban e pelos bancos públicos (Caixa, Banco do Brasil, BNB e Banco da Amazônia).

Nova assembleia

Na segunda-feira, às 18h, será realizada nova assembleia na sede do SEEB-MA, na Rua do Sol, Centro de São Luís, para avaliar o quadro de greve em âmbito nacional e para deliberar sobre a continuidade do movimento paredista.

A proposta da Fenaban

Em resumo, a Fenaban oferece reajuste de 8% para salários e benefícios e de 8,5% para o piso salarial. A regra da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) continua a mesma do ano passado, com reajuste ínfimo.

A nova proposta da Fenaban inclui ainda três novas cláusulas: proibição de os bancos enviarem SMS aos bancários cobrando resultados, abono-assiduidade de um dia por ano e adesão ao programa de vale-cultura do governo (para alguns bancários), no valor de R$ 50,00 por mês.

Na visão do SEEB-MA, tais cláusulas não representam avanços significativos para a categoria, ao contrário do que prega a Contraf-CUT.

Horas paradas

Sobre as horas paradas na greve, a Fenaban recuou e aceitou compensar, no máximo, uma hora extra diária, de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro. Vale ressaltar que as horas não compensadas serão abonadas.

A greve

Os bancários deflagraram a greve nacional no dia 19 de setembro, depois de rejeitarem a proposta anterior dos bancos, de 6,1% de reajuste sobre todas as verbas salariais.

Fonte: ascom - seeb/ma